Eu ajudo empresas da economia da experiência a construir uma cultura que as pessoas sentem, dentro e fora do negócio. Isso significa uma avaliação de toda a empresa sobre onde a sua cultura realmente está, workshops em que os seus líderes decidem aonde ela precisa ir e cerca de um ano de acompanhamento próximo enquanto a mudança se firma. O que eu deixo para trás são os hábitos e a estrutura que a mantêm no lugar.
Meu nome é Cynthia Vergon. Passei a vida inteira entre mundos. Uma infância bicultural, depois a escolha de viver no Brasil sem falar o idioma. Me acostumei a entrar em novos setores, novas culturas e novos continentes, e a encontrar meu lugar à mesa.
Depois de fundar e tocar minha agência multilíngue há mais de 20 anos, aprendi que a comunicação é a parte da empresa que se vê. Por baixo dela está a cultura, que é onde as pessoas crescem ou não, e que a maioria das empresas deixa ao acaso.
Minha mudança para o Brasil me deu a oportunidade de explorar um novo negócio, em que eu pudesse combinar minha experiência em empreendedorismo, meu interesse por cultura organizacional e meu conhecimento do setor de entretenimento e experiências.
Desenvolvi a Canopy Solutions e o método do diagrama da árvore para levar uma empresa da cultura que ela tem à cultura de que ela precisa, e para fazer a mudança se sustentar depois que eu saio. Mudança que cria raízes.

borogodó
Minha palavra brasileira favorita é borogodó. É um charme indescritível, o calor humano que torna uma pessoa, um lugar ou um momento inesquecível. É o que eu procuro em tudo, nas pessoas, nos lugares, na vida que escolhi. Meu trabalho não é diferente. Eu ajudo você a encontrar o seu, desenvolvê-lo e garantir que ele sobreviva às pressões do crescimento e da mudança.
Com atuação na IAAPA e na TEA, incluindo passagens por conselhos e comitês das duas. Membro fundadora da World Experience Organization.
Gerindo folha de pagamento e DRE, e encarando situações difíceis.
Inglês, português e francês. Eu mesma conduzo todas as entrevistas e sessões, no idioma em que as pessoas trabalham.
Fundação Getulio Vargas (FGV), Rio de Janeiro.
Você não contrata uma consultoria. Contrata a mim. E o meu borogodó.
Eu sou cantora de jazz. O jazz me ensinou a escutar de verdade, a improvisar quando o plano desmorona e a fazer um grupo de vozes muito diferentes soar como uma só. É exatamente o que eu faço com a sua equipe.
Dou a leitura honesta. Às vezes o problema é óbvio como o nariz no meio do rosto, e eu vou dizer o quanto ele é grande ou feio. Você não vai receber um relatório que faz rodeios em torno do que todo mundo já sente.
Levo alegria para o trabalho. Minha risada é expansiva e contagiante, e meu dia é um fracasso se eu não fizer alguém rir. O trabalho de cultura vai a lugares difíceis, e as pessoas vão até lá com mais boa vontade com alguém que mantém o trabalho humano.
Não estou aqui para ficar para sempre. Ver as pessoas brilharem é o que eu mais amo, então meu trabalho termina quando a sua equipe sustenta a cultura sozinha e não precisa mais de mim na sala.
"A Cynthia foi atenciosa, perspicaz e muito fácil de trabalhar do início ao fim, e eu saí com insights novos e com próximos passos bem práticos. As recomendações dela nunca soaram como uma tentativa de nos 'corporatizar' ou de mudar quem somos."Chris Lange, Chief Creative Officer e fundador do CSB, Creative Studio Berlin
Estudo de casoO que aconteceu quando quatro pessoas viraram 15 →
Meu propósito é construir culturas em que as pessoas façam o seu melhor trabalho, se sintam valorizadas por ele e passem isso adiante para as pessoas e os projetos que atendem.
Vamos conversar